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- Planejamento sucessório antes da reforma tributária: por que agir agora
O debate sobre a Reforma Tributária nunca acontece no vazio. Ele mexe com regras, com interpretações e, principalmente, com previsibilidade. Em sucessão patrimonial, previsibilidade é sinônimo de proteção. Além disso, e mpresas familiares representam cerca de 90% dos empreendimentos no Brasil (Sebrae/IBGE) . Ainda assim, 70% encerram suas atividades com a morte do fundador por falta de planejamento jurídico e de práticas de gestão adequadas. Quando uma família ou sociedade empresária decide organizar a transferência de bens, cotas e poderes, o objetivo não é apenas “pagar menos imposto”: é garantir continuidade, reduzir conflitos e blindar resultados contra surpresas . Em uma fase de transição regulatória, quem planeja cedo trava custos, define critérios e ganha tempo para executar com calma. Quem deixa para depois negocia sob pressão. A ideia central é simples: planejamento sucessório bem feito é um projeto jurídico, contábil e fiscal que coloca ordem na casa, define quem decide, como decide e quando cada etapa acontece. Quanto mais claro for o desenho, quanto mais coerente ele for com a realidade do negócio e da família, menor o espaço para insegurança no futuro. O que é planejamento sucessório, na prática Planejar a sucessão significa mapear o patrimônio, definir objetivos e estruturar a transferência com base legal e contábil. O ponto de partida é um diagnóstico : quais bens existem, onde estão, como são geridos, quais dívidas ou obrigações os acompanham, que contratos e seguros já existem. A partir daí, definem-se prioridades : manter o controle da empresa, preservar renda para a geração atual, facilitar a entrada de herdeiros, garantir liquidez para impostos e despesas do processo, ou preparar a saída organizada de um sócio. Com os objetivos sobre a mesa, escolhem-se os instrumentos. Muitas vezes, uma holding familiar ou imobiliária faz sentido para centralizar ativos, padronizar a gestão e permitir que a sucessão aconteça por meio de quotas, com regras claras de voto, distribuição e preferência. Em outras situações, a doação com reserva de usufruto é o caminho para transferir a propriedade aos herdeiros mantendo o uso e a renda com a geração que cede. Acordos de sócios, testamentos e políticas internas completam a estrutura, alinhando o que o direito civil permite ao que a contabilidade e a legislação tributária exigem. Também é parte do trabalho transformar tudo isso em lastro: avaliações de bens, documentação correta, registros em cartório, ajustes contratuais e parametrização contábil. Afinal, sem documentação, não há proteção. Por que fazer o planejamento sucessório antes da reforma tributária Mesmo que o foco principal da reforma esteja nos tributos sobre consumo, o ambiente regulatório como um todo tende a ganhar padronização, fiscalização mais integrada e menos espaço para soluções improvisadas. Isso importa por duas razões. A primeira é a incerteza normativa. Regras em transição aumentam o risco de decisões apressadas ou de elevação de custos em transmissões futuras. Quem organiza agora trabalha com critérios conhecidos e evita ter que refazer o desenho no meio do caminho. A segunda razão são os custos potenciais . A transmissão de bens costuma envolver ITCMD no âmbito estadual, imposto de renda em hipóteses de ganho de capital, além de custos cartorários e de registro. Em cenários de maior padronização e progressividade, a tendência é de endurecimento de critérios e menos brechas entre estados. Vamos exemplificar: Doação em vida com usufruto (patrimônio de R$ 3.000.000) Enredo: família transfere patrimônio hoje, de forma faseada, mantendo a renda (usufruto) com os pais. Premissas ITCMD hoje : 4% ITCMD progressivo (exemplo) : 6% até R$ 1,5 mi; 8% de R$ 1,5 a 5 mi Cartório/registro: ~0,5% Como fica no papel: Hoje: ITCMD 4% × 3,0 mi = R$ 120.000 + cartório R$ 15.000 → R$ 135.000 Cenário progressivo: 6% × 1,5 mi = R$ 90.000 8% × 1,5 mi = R$ 120.000 Cartório R$ 15.000 → Total R$ 225.000 Moral da história: antecipar a doação sob regras atuais poupa ~R$ 90 mil e dá previsibilidade. Planejar essas etapas pode significar menos desembolso, menos burocracia e menos tempo imobilizado em processos. Se você adiar a decisão, pode enfrentar faixas mais altas, bases de cálculo menos flexíveis e janelas mais curtas para se organizar. Não subestime também os custos cartorários e de registro, que podem ser diluídos com um cronograma faseado, e o “custo invisível” de litígios: conflitos familiares e societários consomem patrimônio com mais rapidez do que qualquer alíquota. Em resumo, o momento atual favorece quem busca controle. E controle, aqui, vale tanto quanto eventual economia fiscal. O que fazer, então? Não existe solução única. A estrutura nasce do objetivo . A holding familiar ou imobiliária é útil quando há necessidade de centralizar ativos, organizar a sucessão por quotas e dar previsibilidade à gestão. Ela permite construir políticas de distribuição e de governança que sobrevivem à mudança de gerações. A doação com reserva de usufruto é indicada quando se quer garantir renda à geração que transfere a propriedade, viabilizando uma transição gradual e controlada. Acordos de sócios e de quotistas são essenciais quando há empresa operando: definem critérios de decisão, preferência na compra e venda de quotas, política de entrada e saída, e regras de sucessão. O testamento ajusta o que o direito civil permite, protegendo vulneráveis e coordenando a vontade do autor com a realidade societária e fiscal. Independentemente da ferramenta, o funcionamento real depende do acerto contábil e do bom desenho tributário. É isso que evita surpresas em auditorias, em fiscalizações e em inventários. O primeiro passo é um diagnóstico 360° . Levante bens, participações, dívidas e seguros, classificando por tipo, localização e liquidez. Em seguida, defina objetivos concretos : quem deve manter o controle, qual a política de renda desejada, qual o nível de liquidez necessário para impostos e despesas do processo, quais salvaguardas são indispensáveis em caso de saída de sócio ou de falecimento. Com as prioridades definidas, simule cenários . Compare uma estrutura com holding e doações faseadas a uma sucessão mais concentrada; avalie impactos no ITCMD, no imposto de renda e nos registros; dimensione prazos. A partir daí, escreva as regras: acordos de sócios, políticas de retirada e distribuição, poderes e substituições. Feche com documentação e lastro: escrituras, registros e parametrização contábil; e implemente em fases, com checkpoints contábeis e fiscais. O objetivo é transformar uma decisão estratégica em uma rotina organizada e auditável. Os riscos de adiar Adiar é aceitar três riscos simultâneos: pagar mais caro, perder controle do processo e abrir espaço para conflito . Mudanças de regra podem elevar tributos ou reduzir hipóteses de isenção. A ausência de planejamento imobiliza ativos em inventários longos e caros, trava decisões operacionais e convida disputas. Falta de documentação ou incoerência contábil expõem a questionamentos que consomem tempo e recursos. Não se trata de “criar pressa”; trata-se de evitar urgência mais à frente. Como a Nobre+ conduz o planejamento sucessório Nosso trabalho começa por uma sessão de viabilidade e segue para um diagnóstico 360° patrimonial, societário, contábil e fiscal. Com dados organizados, construímos cenários, medimos impactos e propomos uma arquitetura que faça sentido para o seu objetivo: holding quando a centralização e a governança agregam valor; doações faseadas quando a transição gradual reduz riscos; acordos de sócios quando a continuidade da operação é prioritária; testamentos e instrumentos complementares quando a proteção civil exige precisão. Todo o desenho é acompanhado de documentação, parametrização contábil e um plano de implementação por etapas. A governança não fica no papel: definimos ritos, indicadores e pontos de controle para que a estrutura se sustente no dia a dia. O resultado é previsibilidade, segurança jurídica e eficiência operacional, três ingredientes que fazem diferença quando o ambiente muda. Fazer planejamento sucessório antes da reforma tributária não é uma corrida contra o tempo; é uma decisão de qualidade. Antecipar permite travar critérios, reduzir exposição a mudanças, organizar documentação e executar sem sobressaltos. Para quem tem empresa, imóveis de renda, participações societárias ou um patrimônio que sustenta a família, essa organização é o que separa continuidade de improviso. Na Nobre+, unimos consultoria Tributária, Contábil e Patrimonial para que sua decisão seja técnica, simples de entender e sólida na execução. Se você quer transformar esse tema em um plano claro, este é o momento. Entre em contato com os nossos especialistas.
- Sua empresa ainda opera no escuro? Entenda como o planejamento fiscal reduz multas e aumenta lucratividade
A pesquisa Panorama Fiscal e Financeiro 2025 , realizada pela Qive em parceria com a Endeavor e a SoluCX , revela um retrato claro e mostra onde muitas empresas ainda estão vulneráveis: áreas fiscal e financeira pouco maduras, alta dependência de processos manuais, baixo uso de indicadores estratégicos (KPIs) e resistência à adoção de inovações como inteligência artificial. Boa parte das empresas ainda está operando em um modelo reativo, distante de uma abordagem estratégica, especialmente nas áreas fiscal, contábil e financeira. Esses fatores não são apenas “boas práticas”, eles viram diferenças tangíveis no caixa, na eficiência e no risco de autuação. Na Nobre+, vemos diariamente os impactos da ausência de um planejamento integrado e da falta de visão crítica sobre processos tributários e contábeis. Não se trata apenas de cumprir obrigações, mas de compreender quais escolhas estão sendo feitas, quais riscos estão sendo assumidos e quais oportunidades estão sendo ignoradas . Por isso, trouxemos este artigo, para alertar e dar soluções viáveis para que as empresas avancem de forma sustentável. O estudo da Qive e risco invisível da falta de visão integrada e de planejamento fiscal Quase metade das empresas (47%) se define como excessivamente operacional e pouco estratégica. Isso significa que, em vez de atuarem com visão de futuro, baseadas em dados e alinhadas a um planejamento consistente, muitas organizações continuam presas à rotina de cumprimento de obrigações, sem analisar se essas obrigações estão sendo cumpridas da melhor forma. Ainda mais grave: 21% das empresas admitem não ter controle, segurança ou conhecimento adequado sobre suas atividades fiscais. Isso abre margem para erros, passivos ocultos e decisões tomadas no escuro, sem embasamento técnico ou legal. Os reflexos disso vão muito além do departamento fiscal. Eles comprometem diretamente a lucratividade, a competitividade e até a sustentabilidade do negócio. Quando a área financeira atua de forma desconectada dos dados contábeis e tributários, decisões equivocadas se acumulam: desde a escolha do regime tributário inadequado até o pagamento de tributos que poderiam ser compensados ou evitados legalmente. O levantamento revela ainda os principais desafios enfrentados pelas empresas nessas áreas: 51% citam as tarefas manuais e a produtividade como os maiores obstáculos; 39% buscam a redução do tempo operacional; 35% sofrem com a falta de previsibilidade; 31% ainda não aplicam Inteligência Artificial ou automações no dia a dia. Essa realidade revela uma estrutura frágil, onde 33% das empresas reconhecem que a principal oportunidade está na evolução de processos , mas permanecem atuando de forma fragmentada. Ou seja, os setores não se comunicam, os dados não são integrados e as decisões continuam sendo tomadas com base em suposições, ou simplesmente por inércia. As consequências aparecem em forma de falhas recorrentes: Escolha inadequada do regime tributário Não aproveitamento de créditos fiscais disponíveis Recolhimento indevido de tributos em regimes como o monofásico Insegurança no aproveitamento de prejuízos fiscais acumulados Ausência de estrutura para responder fiscalizações ou processos eletrônicos (como o Domicílio Judicial Eletrônico) E o custo de tudo isso é alto, silencioso, mas expressivo: 54% das empresas acreditam que até 10% do seu faturamento esteja comprometido com multas fiscais. Na Nobre+, lidamos diariamente com empresas que chegam até nós em meio ao caos gerado por esse cenário. O que oferecemos é um novo ponto de partida: diagnóstico profundo, escuta estratégica, integração entre áreas e uma proposta de planejamento que considera a realidade do cliente, a legislação vigente e as melhores práticas de mercado. Quando a gestão tributária deixa de ser um departamento isolado e passa a fazer parte do coração da estratégia , o impacto é direto nos resultados , e no futuro do negócio . Reforma Tributária e o papel da antecipação Não é novidade que o Brasil tem um dos sistemas fiscais mais complexos , e isso se reflete nos números. A pesquisa da Qive revela que 69% das empresas consideram que a mudança e complexidade das leis fiscais são os maiores desafios enfrentados pela área fiscal. Entretanto, apenas 50% delas fazem planejamento fiscal , a outra metade, mesmo com as queixas, ainda continua operando no escuro . O resultado é um só, 43% das empresas já receberam multas fiscais . Fonte: Qive O planejamento tributário e fiscal é de suma importância para reverter esse cenário, principalmente com as mudanças advindas da Reforma Tributária que já vão começar a ser testadas em 2026 e efetivamente implementadas em 2027. E a preocupação reflete no movimento que as empresas têm feito para se adaptar e planejar, já que 64% delas querem investir em treinamentos e 47% vão contratar consultorias especializadas para enfrentar todas essas mudanças da Reforma Tributária . A transição para o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) exige mais do que adaptação técnica, ela pede planejamento estratégico, revisão contratual e reestruturação operacional. Esse é um dos focos do trabalho da Nobre+ . Atuamos como parceiros das empresas nesse momento adverso e de transição, ajudando a mitigar riscos e identificar oportunidades, inclusive em áreas como gestão de créditos acumulados, revisão de contratos com fornecedores, redesenho do fluxo de caixa e precificação e análise de impacto setorial. Os dados não mentem A maior armadilha de uma empresa em crescimento é acreditar que o modelo que funcionou no início continuará sendo suficiente. Os dados da Qive mostram que muitas organizações seguem com práticas desatualizadas, pouco integradas e sem visão estratégica, e isso custa caro. Tudo isso é um alerta, mas também um convite à ação. Se sua empresa ainda está operando no modo reativo, sem planejamento e com processos frágeis, este é o momento de virar a chave. Estamos aqui para apoiar essa transição. Com uma abordagem técnica, humana e estratégica, ajudamos empresas a se prepararem para o futuro , corrigirem o presente e aproveitarem o que a legislação permite de forma responsável. Está na hora de revisar sua estratégia fiscal, contábil e patrimonial? Fale com a Nobre+. Vamos analisar o seu cenário e mostrar caminhos que geram valor real.
- Planejamento tributário e contábil para 2026: sua empresa está pronta?
A chegada de um novo ano fiscal é sempre um marco importante. Entretanto, mais do que renovar metas e objetivos, o momento exige revisão, decisão e estratégia. Afinal, mudanças na operação, no mercado e na legislação podem transformar escolhas tributárias e estruturais antes vantajosas em verdadeiras armadilhas. Neste artigo, reunimos pontos chave que precisam ser avaliados agora para que 2026 comece com estrutura, segurança e inteligência fiscal. 1. Seu regime tributário ainda é o mais vantajoso? Um dos principais pontos a serem revistos é o regime tributário . É ele quem vai ditar como será a organização contábil e tributária da empresa durante todo o ano. O crescimento do faturamento, a mudança no mix de produtos ou serviços, alterações societárias ou o acúmulo de despesas operacionais podem alterar totalmente a viabilidade do regime atual. → Em nossas análises, é comum encontrar empresas que poderiam reduzir sua carga tributária em até 30% apenas com a mudança de regime, desde que acompanhada de estrutura contábil adequada. Escolher um regime não é estar preso à ele permanentemente. Por isso, avaliar a cada ano é essencial, de acordo não só com faturamento, número de funcionários, despesas, margem de lucro, setor de atuação e benefícios fiscais. Tudo, para que seja o regime que garantirá maior tranquilidade e boas oportunidades para sua empresa. 2. A contabilidade reflete a realidade da sua operação? Contabilidade estratégica vai além da emissão de guias e balanços. Ela antecipa riscos, identifica oportunidades de economia, organiza a visão patrimonial e permite decisões com base em dados. → Um bom contador registra. Mas um parceiro estratégico interpreta, sugere e orienta. Empresas com contabilidade mal estruturada enfrentam, muitas vezes, falta de clareza sobre margens e rentabilidade, dificuldades em auditorias e fiscalizações, risco de recolhimento indevido de tributos e até perda de oportunidades de crédito fiscal. Por isso, é essencial ter parceiros que te auxiliem a ir além, pensando sempre no crescimento da empresa. 3. Há créditos tributários esquecidos no seu negócio? É consenso que o mundo tributário é complexo. Por isso, por vezes, empresas que recolhem PIS, Cofins, ICMS ou ISS, por exemplo, muitas vezes pagam tributos a maior por interpretação equivocada da legislação, falta de atualização ou falhas operacionais. Imagine perder até 10% do seu faturamento por conta de erros tributários? Segundo pesquisa da Qive e Endeavor , esse é o cenário para mais da metade das empresas brasileiras. Com uma revisão especializada , é possível identificar e recuperar esses valores, desde que se respeite o prazo prescricional e que os dados estejam organizados. → A Nobre+ atua com inteligência tributária e tecnologia para identificar créditos e desenhar a melhor forma de restituição, com total segurança jurídica. A revisão fiscal , na Nobre, acontece em quatro passos: Levantamento de documentação : Coleta de documentos fiscais, notas fiscais, guias de recolhimento de impostos e declarações apresentadas à Receita Federal. Auditoria fiscal : Revisão de tributos pagos nos últimos cinco anos, identificando possíveis erros de cálculo, pagamentos a maior ou indevidos. Identificação de créditos tributários : Após a análise, a consultoria verifica a possibilidade de recuperar créditos fiscais pagos a maior, como ICMS, PIS, Cofins, IRPJ, entre outros. Correção e planejamento : Com base nos resultados, é possível ajustar a estratégia fiscal da empresa, corrigir inconsistências e evitar futuras autuações fiscais. Ela é de suma importância, seja você uma pequena, média ou grande empresa. 4. Sua estrutura societária protege ou expõe o patrimônio? À medida que a empresa cresce, é fundamental avaliar se a estrutura societária adotada continua a oferecer segurança patrimonial, viabilidade fiscal e coerência com os objetivos da família ou do grupo empresarial. → Reorganização societária é mais do que papelada: é blindagem, planejamento e visão de futuro. Em muitos casos, reorganizar contratos, participações e holdings pode evitar litígios futuros, reduzir tributos em operações e facilitar uma sucessão tranquila. 5. Você está aproveitando o que a tecnologia pode oferecer? Segundo pesquisa da Qive e Endeavor , 79% das empresas ainda não utiliza IA nos seus processos. Automatizar processos fiscais e contábeis não é mais diferencial: é necessidade. A tecnologia permite maior controle sobre dados, previsibilidade no fluxo de caixa e nos recolhimentos e conformidade com as obrigações acessórias. Além disso, com a aproximação das mudanças trazidas pela Reforma Tributária, preparar a infraestrutura de dados agora é essencial para adaptação futura. Já pensou no seu planejamento tributário e contábil? A Nobre Mais pode auxiliar sua empresa. Com uma abordagem multidisciplinar e personalizada, combinamos análise contábil, planejamento tributário e organização patrimonial para criar soluções sob medida. Mais do que identificar problemas, nosso foco é oferecer caminhos seguros e sustentáveis, sempre com linguagem acessível e prática de mercado. ✅ Diagnóstico completo ✅ Recuperação de créditos ✅ Planejamento societário e patrimonial ✅ Revisão tributária com uso de IA ✅ Apoio consultivo para tomada de decisões Em 2026, o improviso não cabe mais. Comece o próximo ano com estrutura, estratégia e segurança. Conte com a Nobre+ para orientar cada passo.
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- Consultoria Tributária e Patrimonial | Nobre Mais
Na Nobre Mais, nossa missão é proporcionar economia, competitividade e proteção do patrimônio para nossos clientes através da Consultoria Tributária e Consultoria Patrimonial. Descubra o caminho mais estratégico para seus tributos e patrimônios A Nobre+ é especialista em consultoria Tributária e Patrimonial. Ajudamos os clientes a buscar a equidade tributária e patrimonial, garantindo, dessa forma, a economia, competitividade no mercado e proteção do patrimônio para as pessoas físicas e jurídicas. Agende uma reunião Nossas soluções Possuímos abordagem única, oferecendo soluções inovadoras e acessíveis para os desafios empresariais e organizacionais. Consultoria Patrimonial Analisamos contratos, orientamos sobre incentivos fiscais, e apoiamos auditorias; auxiliamos na criação de holdings e planejamento sucessório eficiente. Saiba mais Consultoria Tributária Revisamos riscos fiscais, orientamos no cumprimento das obrigações, desenvolvemos estratégias eficazes, solucionamos disputas e otimizamos processos tributários. Saiba mais Contabilidade Ajudamos a gerenciar seu negócio com suporte fiscal, contábil, societário e pessoal com atendimento por Whatsapp. Saiba mais "A Nobre apoiou a nossa empresa durante seu crescimento, sempre disposta a ajudar e buscar soluções." Laís Boffy, Latitude.sh Somos associados ao para melhor atender a indústria Agende sua consultoria Nossa equipe está pronta para oferecer soluções personalizadas e precisas para suas questões tributárias e patrimoniais. Whatsapp Onde estão nossos clientes Contato contato@nobremais.com.br (11) 3826-5856 (11) 97138-6322 Rua Fidêncio Ramos, 100, Térreo, SALA C177, Bairro Vila Olímpia, São Paulo - SP, e remoto para todo o Brasil. Obrigado! Vamos te responder assim que possível. Enviar
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